
INCOGNOSCÍVEL
Deixa-me enamorar o verso!
A Saudade me é fogo sempiterno!
Bela pena, que baila com vislumbre!
Arranca-me a palavra de fervor lúgubre!
Quero melaconlizar o bom prisma!
Esbaldar-me no vinho do sofisma!
Venho em rimas, puramente, satirizar!
Jogar ao alto as sementes, do caótico olhar!
Cala-te, axioma da infernal razão!
O pulsar da cosmologia legitima minha ação!
Não sou tolo de saciar-me em fonte séptica!
Nem ouso entregar-me a mentira cética!
Vês? Estas veias pulsando o abstrato?
Não ouse envolver-me em esdrúxulo trato!
Sou caótica, mas bem ciente dos meus atos!
A dor entrópica, meu empírico fato!
E tu, que ainda, destemidamente , me desafias,
A cada passo que lês minhas passionais linhas...
Saúdo tua pomposa coragem!
Pois é triunfante em sobrepor minha imagem...
Desvenda-me, se assim puder!
Acreditar em mim exige mais do que fé!
_PierroT
Deixa-me enamorar o verso!
A Saudade me é fogo sempiterno!
Bela pena, que baila com vislumbre!
Arranca-me a palavra de fervor lúgubre!
Quero melaconlizar o bom prisma!
Esbaldar-me no vinho do sofisma!
Venho em rimas, puramente, satirizar!
Jogar ao alto as sementes, do caótico olhar!
Cala-te, axioma da infernal razão!
O pulsar da cosmologia legitima minha ação!
Não sou tolo de saciar-me em fonte séptica!
Nem ouso entregar-me a mentira cética!
Vês? Estas veias pulsando o abstrato?
Não ouse envolver-me em esdrúxulo trato!
Sou caótica, mas bem ciente dos meus atos!
A dor entrópica, meu empírico fato!
E tu, que ainda, destemidamente , me desafias,
A cada passo que lês minhas passionais linhas...
Saúdo tua pomposa coragem!
Pois é triunfante em sobrepor minha imagem...
Desvenda-me, se assim puder!
Acreditar em mim exige mais do que fé!
_PierroT

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